Empregado com deficiência recebe R$ 1.056, contra R$ 951; escolaridade explica diferença
De acordo com a pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (23), a diferença de salário é de 11%. O maior nível de escolaridade dos deficientes é o que explica esses números, segundo a secretaria.
O estudo descobriu que 50,6% dos deficientes têm o segundo grau complete; 5,1% estão em alguma faculdade e 10,2% têm diploma do ensino superior. Entre os outros trabalhadores, 47,5% têm o segundo grau completo, 4% cursam o ensino superior e 8,3% possuem diploma do terceiro grau.
Sudeste gera quase 1 milhão de empregos
Para a secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho foi facilitada com o maior acesso às tecnologias.
- O acesso fundamental à tecnologia e à educação muda a relação com o aluno e a relação com o trabalho. A tecnologia permite que o trabalhador com deficiência produza com a mesma qualidade e com a mesma capacidade do que o trabalhador sem deficiência.
A pesquisa realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), da USP (Universidade de São Paulo) sobre “Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho – Situação Atual, Perspectivas e Sugestões” abordou temas como o mercado de trabalho das pessoas com deficiência no estado de São Paulo; Principais ocupações dos trabalhadores com deficiência e Distribuição das vagas nas regiões administrativas do Estado.
Fonte: http://noticias.r7.com/economia/noticias/deficiente-ganha-mais-do-que-outro-trabalhador-em-sp-20100823.html

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